• Investigação de Trump
Os Estados Unidos anunciaram na noite desta quinta-feira (12) que 60 países, entre eles o Brasil, estão sendo investigados para verificar se produtos fabricados com trabalho forçado estão entrando no mercado americano. A apuração é conduzida pelo United States Trade Representative (USTR), escritório responsável pela política comercial do governo norte-americano.
• Lei americana
A investigação utiliza como base a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, legislação que permite aos EUA agir contra práticas consideradas injustas ou discriminatórias no comércio internacional.
• Família Caiado na lista suja
Caso queira enfiar o pé na jaca, Donald Trump poderá estudar como a família do pré-candidato a presidente, Ronaldo Caiado (PSD), entrou para a lista suja do trabalho escravo no Brasil.
O caso envolve 26 trabalhadores em condições consideradas degradantes na fazenda Santa Mônica, localizada no município de Natividade, no Tocantins.
A fazenda pertence ao pecuarista Emival Ramos Caiado Filho, primo do governador de Goiás, Ronaldo Caiado. Ele faz parte da “lista suja” do trabalho escravo, cadastro utilizado por bancos e empresas para restringir relações comerciais com empregadores envolvidos em exploração de mão de obra.
A lista reúne empregadores flagrados utilizando trabalhadores em condições análogas à escravidão e serve como referência para instituições financeiras e empresas que adotam políticas de restrição a esse tipo de prática.

















