segunda-feira , 11 maio 2026
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Daniel Vilela não dá conta: saúde em colapso e governo insiste que “tudo funciona”

• Discurso distante da realidade

A saúde pública em Goiás vive um cenário de crise, mas o governador Daniel Vilela (MDB) afirmou recentemente, em entrevista na Rádio Difusora, que o modelo de regionalização funciona. A declaração contrasta com casos que mostram exatamente o oposto.

• Morte de bebê

Na prática, a chamada regionalização virou um labirinto para pacientes. No dia 5 de abril, por exemplo, o pequeno Luan Vitor, de apenas oito meses, começou a passar mal em Catalão (GO). Após duas idas ao hospital, foi transferido para Itumbiara GO).

Lá, foi entubado, mas a unidade não tinha estrutura de UTI para o tratamento necessário. A solução foi tentar uma nova transferência, desta vez para Goiânia. O problema: a ambulância não tinha condições adequadas de transporte. Sem suporte mínimo, o bebê não resistiu e morreu.

• Fila gigantesca e espera interminável

O caso não é isolado. Hoje, Goiás acumula mais de 100 mil pessoas na fila por cirurgias eletivas. Há relatos de pacientes aguardando mais de um ano por procedimentos básicos, como cirurgias de fêmur.

• Caiado, criador do caos

O ex-governador Ronaldo Caiado, médico de formação, assumiu o Estado prometendo transformar a saúde pública. O que se vê, no entanto, são hospitais lotados, falta de estrutura e pacientes enfrentando um sistema que não responde. As organizações sociais do governo Caiado levam milhões dos cofres públicos e em vez de resolverem o problema viram manchetes nas páginas policiais por corrupção.

• Daniel não dá conta

Agora no comando, Daniel Vilela herda e mantém esse modelo. A fala de que “tudo funciona”, como se fosse “Alice, no país das maravilhas”; soa distante da realidade enfrentada por quem depende da saúde pública em Goiás.

Daniel sabe muito bem do problema, pois foi vice de Caiado por três anos. Agora responda: o que planejou Daniel para solucionar o problema da saúde em Goiás? Nada, manteve os mesmos incompetentes na Secretaria. A verdade é que Daniel Vilela não dá conta.