• Prisão injusta é desfeita em audiência
Um homem preso no Distrito Federal por um crime que não cometeu foi colocado em liberdade menos de 24 horas depois da detenção. A soltura ocorreu após a Justiça reconhecer a ilegalidade da prisão durante audiência de custódia, com atuação da Defensoria Pública do DF.
• Documentos furtados viraram origem do erro
Durante o atendimento prévio, o homem relatou que teve documentos furtados em 2016. A partir dessa informação, advogados que acompanhavam o caso acionaram a Defensoria e informaram que faziam diligências em Goiás, onde tramitava o processo de execução penal ligado ao mandado de prisão.
• Foto no processo não era do preso
A equipe da Defensoria acessou os autos e encontrou uma inconsistência decisiva: a fotografia anexada ao processo em Goiás não correspondia ao homem preso no DF. O material foi levado à audiência de custódia e serviu de base para o pedido de relaxamento da prisão.
• Terceiros teriam usado identidade da vítima
Embora os dados do mandado estivessem corretos, ficou comprovado que outras pessoas usaram indevidamente os documentos do homem para cometer crimes. Com as provas apresentadas, a Justiça reconheceu que a prisão não poderia ser mantida.
• Homem passou um dia detido por engano
A vítima chegou a permanecer presa por um crime que não praticou. Após a análise das informações e dos documentos apresentados, a liberdade foi determinada imediatamente, antes mesmo da manifestação do juízo responsável pelo processo em Goiás.

















