• Acima da lei?
A decisão que restabeleceu os efeitos do contrato de R$ 304,8 milhões do governo Daniel Vilela e a Palladium/PAX levanta uma questão: que poder é esse da empresa que continua avançando mesmo diante de uma denúncia com provas robustas de um grande esquema armado m Goiás?
Por que o contrato da Palladium foi cancelado em São Paulo, denunciado pelo Tribunal de Contas no Paraná?
• Decisão da primeira instância caiu
A promotora de Justiça Leila Maria de Oliveira convenceu a 5ª Vara da Fazenda Pública de Goiânia a suspender a execução do contrato após apontar irregularidades envolvendo a contratação direta, sem licitação, com a Palladium/Pax. Mas agora o Tribunal de Justiça derrubou a liminar. O MP vai recorrer.
O pedido foi acolhido pelo presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Leandro Crispim, que suspendeu os efeitos da liminar concedida em primeira instância.
Um fato chama atenção na cronologia dos acontecimentos: antes mesmo da judicialização do caso, o presidente do Tribunal de Justiça participou de um evento institucional de lançamento da Palladium/PAX e do governo.

















