• Prédio do novo Hugo entra no radar
O governo Daniel Vilela anunciou a intenção de comprar, por cerca de R$ 500 milhões, o prédio em construção do Grupo Oncoclínicas no Conjunto Fabiana, em Goiânia. A estrutura passaria a abrigar a nova sede do Hospital de Urgências de Goiás, o Hugo.
• Master aparece como acionista
Reportagem do Estadão do dia 9 de abril apontou que fundos ligados ao Banco Master têm participação relevante na Oncoclínicas. O caso passou pelo Cade, que determinou a notificação da compra de fatia acionária na companhia.
• Cade viu compra antecipada
Segundo o Cade, a operação foi consumada antes da análise obrigatória, prática conhecida como gun jumping. O termo é usado quando uma operação avança antes do aval antitruste.
• BRB também está no quadro
Além de fundos ligados ao Master, o BRB aparece no tabuleiro acionário da Oncoclínicas. Também são citados Josephina II, Mak Capital e Bruno Lemos Ferrari.
• Obra parada gera dúvidas
A unidade da Oncoclínicas no Conjunto Fabiana estava em construção, mas as obras estão paralisadas. Não há confirmação de que a situação do Banco Master tenha afetado o cronograma, mas a relação societária aumenta dúvidas.
• Hugo recebeu investimento recente
A proposta ocorre após o governo anunciar, em agosto de 2024, R$ 100 milhões para reestruturação da atual sede do Hugo, no Setor Pedro Ludovico. A unidade também passou a ser gerida pelo Hospital Albert Einstein.
• Perguntas seguem sem resposta
A compra levanta questões: as reformas do atual Hugo foram concluídas? Qual será o destino do prédio ao lado do Parque Areião? Como ficará o contrato com o Einstein? A composição acionária pode criar entraves junto ao BNDES?

















