sexta-feira , 21 agosto 2026
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(Caso bebê Rhayann) Alô, Daniel Vilela: IMED fecha quase meio bilhão em contratos no Hospital de Formosa com a FMC, que tem como sócios uma investigada e um ex-servidor preso por suspeita de corrupção na Saúde

• Caso Rhayann

O G24H continua mostrando o que existe por trás do Hospital Estadual de Formosa, onde morreu o bebê Rhayann Rhaell por negligência médica, segundo a família. Sofrimento para os pobres e muito dinheiro público para suspeitos em crimes de corrupção; este é o governo Daniel Vilela, senhores.

A unidade é administrada pela OS IMED, organização social que, como já mostramos, contratou empresas ligadas a empresário investigado por suspeita de lavagem de dinheiro relacionada ao PCC.

Agora, o levantamento chega à FMC Procedimentos Médicos, que acumula contratos com a OS IMED que, somados ao longo de 60 meses, chegam a cerca de meio bilhão de reais. A FMC também foi contratada para prestar serviços no hospital onde Rhayann morreu.

• Gleycianne França

Um dos nomes ligados à FMC é Gleycianne da Silva França. Ela já apareceu como investigada na operação que levou para a cadeia o irmão do ex-secretário de Caiado, Ismael Alexandrino, e revelou um esquema de fraudes envolvendo organizações sociais e fornecedores da saúde pública de Goiás.
Gleycianne era apontada como representante da Fluir Gestão em Saúde, uma das empresas que, segundo a investigação, teriam participado de simulações de concorrência em processos de seleção.

• Lucas Nogueira Adorno

Outro personagem é Lucas Nogueira Taveira Adorno, ex-servidor público e ex-superintendente da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás. Adorno também foi diretor de regulação do Instituto de Gestão por Resultados (IGPR), organização social que foi alvo da Operação Eclesiastes, deflagrada pela Polícia Civil em 2022.

Uma pergunta diante da morte do bebê Rhayann, por negligência médica da OS IMED: quem fiscalizou os contratos de quase meio bilhão de reais firmados pela OS com uma empresa ligada a pessoas que já passaram por investigações na saúde pública de Goiás, no governo Caiado? Será que Daniel Vilela também não sabe disso?