• Situação grave
A situação do Hospital Estadual de Urgências de Goiás (Hugo) é preocupante. Colaboradores relataram diarreia, náuseas e vômitos após consumirem a refeição fornecida pela unidade na segunda-feira (24), segundo denúncia divulgada pela Rádio Bandeirantes Goiânia.
• Larva na comida
A denúncia não para aí. Há também registro de larva encontrada em alimento. Segundo a Bandeirantes, relatos recebidos indicam que não seria a primeira vez que funcionários apresentariam sintomas semelhantes após refeições oferecidas pelo hospital.
• Milhões para administrar
E estamos falando de um hospital entregue à gestão da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein. O contrato firmado para administrar o Hugo foi de aproximadamente R$ 767,6 milhões por 36 meses, com repasses regulares na casa de R$ 21,3 milhões mensais. Cadê o padrão de qualidade correspondente a uma contratação desse tamanho?
• Ratos, baratas e corredores
O G24H já mostrou outras denúncias envolvendo o Hugo: ratos, baratas, pacientes espalhados em macas pelos corredores e superlotação. E isso ocorre depois de o próprio Estado anunciar mais de R$ 100 milhões para modernização e reforma da unidade.
Enquanto o Hugo acumula problemas, Daniel Vilela fala em comprar outra estrutura hospitalar, ligada à Oncoclínicas, negócio que envolve R$ 500 milhões e uma empresa que teve o Banco Master como acionista. Mas e o Hugo? A questão é grave e Daniel Vilela não dá conta de resolver.

















