• Pagamento ainda pendente
Servidores, ex-servidores, aposentados e pensionistas da Assembleia Legislativa de Goiás cobram uma solução para o pagamento das diferenças decorrentes da conversão salarial pela Unidade Real de Valor (URV), ocorrida antes da implantação do Plano Real.
Segundo os beneficiários, os valores correspondem a perdas remuneratórias e, apesar de existirem meios para a própria Assembleia realizar os cálculos, muitos ainda precisam recorrer ao Judiciário.
• Direitos negados
Documento oficial da Assembleia apresentado pelos beneficiários reconheceu, em um caso concreto, saldo residual de R$ 198.676,15, atualizado pelo IPCA-E e acrescido de juros de 1% ao mês.
O grupo afirma que pagamentos chegaram a ocorrer em parcelas variáveis, de acordo com recursos repassados pelo Tesouro Estadual.
• “Não somos capachos”
Os servidores afirmam que não reivindicam privilégio ou benefício político. Cobram o que é de direto e mandam recado ao presidente da Alego, Bruno Peixoto: “Servidores públicos não são capachos, vamos responder para Bruno Peixoto nas urnas”, afirma o movimento.

















