• A promessa e a conta
Daniel Vilela (MDB) prometeu não aumentar a carga tributária em Goiás. Mas 2027 começará com uma conta mais pesada sobre os combustíveis. Conforme destacou o ICL Notícias, durante a campanha de 2026, Daniel assumiu o compromisso de não criar novos tributos nem ampliar a carga tributária estadual.
• O aumento já está decidido
A partir de 1º de fevereiro, o ICMS do diesel sobe 11,1%, passando de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro. Na gasolina, a alta será de 4,5%. No gás de cozinha, 4,8%. O reajuste poderá pressionar os preços pagos pela população.
A decisão foi tomada pelo Confaz, que reúne representantes dos governos estaduais. Goiás participou da aprovação. Portanto, o governo Daniel Vilela precisa explicar sua posição. Não basta atribuir a responsabilidade ao conselho: os estados integram suas decisões.
• E Daniel Vilela?
Enquanto cresce a discussão sobre o imposto, Daniel se afastou do governo para férias. A pergunta é inevitável: como conciliar o reajuste com a promessa feita ao eleitor?
• Bruno Peixoto também deve explicações
No exercício do governo, Bruno Peixoto, presidente da Assembleia Legislativa, também precisa se posicionar. Empresário ligado ao setor de combustíveis, ele assumiu o governo e ficou caladinho.

















