• Vorcaro denuncia Brasil por supostas violações
A defesa de Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, acionou a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão da Organização dos Estados Americanos (OEA), alegando violações de direitos durante sua prisão preventiva. O empresário está preso desde março de 2026.
• Defesa cobra decisão sobre liberdade
Os advogados afirmam que o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não analisou o pedido de soltura apresentado em 18 de setembro. Também questionam a manutenção da prisão sem denúncia criminal oferecida pela Procuradoria-Geral da República e a tramitação do caso no STF, apesar de Vorcaro não ter foro especial.
A defesa aponta ainda a divulgação de conversas privadas retiradas do celular apreendido pela Polícia Federal.
• Reunião com presidente do STF
Os advogados solicitaram uma audiência com o presidente do Supremo, Edson Fachin, prevista para terça-feira (3). Na quinta-feira (29), Fachin manteve provisoriamente sob sua responsabilidade os processos ligados ao Banco Master, incluindo decisões urgentes sobre prisões.
A defesa sustenta que a medida não resolveu a situação de Vorcaro. O recurso à CIDH não significa que o órgão tenha reconhecido as violações alegadas ou determinado sua soltura.
• Investigado por fraudes financeiras
Na quarta-feira (28), a Polícia Federal indiciou Vorcaro e outras 14 pessoas por suspeitas de crimes financeiros relacionados à venda de carteiras de crédito ao BRB. O ex-banqueiro nega irregularidades, e sua defesa critica as conclusões da investigação.

















