sábado , 7 março 2026
Goiânia

Carlão Alencar, presidente do SindiGoiânia e suspeito de desviar R$ 30 milhões, acha que cortar o expediente da prefeitura pela metade “foi uma grande vitória”

Em nota publicada no dia 10 de novembro deste ano, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Município de Goiânia (SindiGoiânia), Antônio Carlos de Alencar, afirmou que apoiava a decisão do prefeito Paulo Garcia (PT) de cortar o expediente da prefeitura pela metade para economizar dinheiro.

Carlão disse que a medida “racionalizaria o tempo laboral do servidor”. “Como reflexo dessa mudança, o trabalhador terá mais tempo para se dedicar à sua saúde, ao esporte e até a outro emprego”.

No texto, Carlão não lamenta o prejuízo que a redução do expediente causaria à população, que depende dos serviços prestados pelo município – que, diga-se de passagem, paga imposto inteiro, e não pela metade.

Nesta sexta-feira, ele foi conduzido à força para a Polícia Civil. É um dos três suspeitos de liderar um esquema que desviou R$ 30 milhões do SindiGoiânia, ao lado de Mauro Zica Júnior e Sandro Valverde.

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