Embargo da União ao BRT mostra que esforço de Iris e Dona Iris para puxar saco de Temer não surtiu efeito

Foi inócua a visita do prefeito Iris Rezende (PMDB) a da primeira-dama, Dona Iris (PMDB), ao Palácio do Planalto para puxar saco do presidente Michel Temer (PMDB), que na época acabava de ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República por suspeita de corrupção. Quase um mês depois da visita (que aconteceu no dia 20 de julho), a União ainda não liberou a obra de construção do BRT Norte-Sul, que virou um trambolho a céu aberto na Capital.

A obra está sendo construída com R$ 390 milhões do governo federal e foi embargada porque há suspeita de sobrepreço nas licitações promovidas pela prefeitura. O superfaturamento, de acordo com estimativas publicadas no jornal O Popular deste sábado, é de R$ 46 milhões.

O único efeito da visita de Iris e Dona Iris ao presidente Temer foi queimar o filme, porque sabe-se que este é o presidente com maior reprovação da história do Brasil. Mais de 90%, de acordo com recentes pesquisas Ibope e Datafolha, não o querem como mandatário do País.