Caso João de Deus: ativistas são condenadas a retirar acusações das redes sociais

As ativistas Sabrina Bittencourt e Maria do Carmo Santos (que lideram organização Vítimas Unidas) foram condenadas, em liminar, a retirar das redes sociais acusações falsas contra João de Deus. Elas divulgaram vídeos em redes sociais acusando João de Deus e membros da Casa Dom Inácio de Loyola de administrar uma fazenda que traficava crianças para outros países.

A Rede Record e o Facebook também são réus no processo e deverão ser condenados por danos morais. O processo foi movido por familiar de Chico Lobo, um dos administradores da Casa e que também foi difamado no vídeo.

Depois de criar e espalhar o vídeo sobre a “fazenda de bebê”, Sabrina deixou uma carta indicando que teria cometido suicídio. A morte de Sabrina, que também é conhecida como Sabrina de Campos Thiesen, continua cercada de muito mistério e há boatos fortes de que ela está viva, morando fora do País. Chico Lobo, um dos mais atacados no vídeo, morreu recentemente, vítima de uma infecção pulmonar.