Com a apropriação indébita dos depósitos judiciais, coerência de Caiado vai para o lixo

Como político, o governador Ronaldo Caiado cultivou a vida inteira a fama de que era coerente e não mudava de opinião ao sabor dos ventos.

Ele sempre batia no peito e arrostava coerência na sua passagem pela Câmara dos Deputados e Senado da República.

Agora no governo de Goiás, a máscara de Caiado caiu e ele age como  naquele velho ditado popular: faça o que digo, não o que eu faço.

O projeto de lei apropriação dos depósitos judiciários, contra cuja Caiado esbravejou no passado, agora é defendido com unhas e dentes por ele.

O governador sempre alardeou, junto com a coerência, que não mentia, não traía e não roubava.

As virtudes de Caiado proclamava com a boca cheia, pelo que se vê, estão a cada dia se desfazendo e virando pó.