Trabalhadores do Hugo fazem nova manifestação: “Vamos continuar lutando”

Na manhã desta sexta-feira, trabalhadores do Hugo fizeram nova manifestação, na porta do hospital, contra as mudanças na gestão do hospital. Medo de demissão em massa, aumento da carga horária de trabalho e diminuição do salário estão entre as pautas que motivaram nova manifestação dos trabalhadores no hospital.

A insegurança dos funcionários começou no final de agosto, quando a fase de transição da gestão foi iniciada. Atualmente, a administração é de responsabilidade do Instituto Haver. No protesto, que conta com técnicos em enfermagem, enfermeiros, médicos, nutricionistas e farmacêuticos, os trabalhadores cobram mais transparência no processo de transição das Organizações Sociais (OSs), manutenção da jornada de trabalho de 30h semanais, garantia de direitos trabalhistas e segurança dos pacientes.

Veja abaixo post do Mais Goiás:

 

Ver essa foto no Instagram

 

“Vamos continuar lutando”, afirma servidora em manifestação no Hugo . Luta. É esta a palavra usada pelos servidores do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) para definir a situação vivenciada desde que o Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde (INTS) iniciou fase de transição para assumir a administração da unidade. Medo de demissão em massa, aumento da carga horária de trabalho e diminuição do salário estão entre as pautas que motivaram nova manifestação dos trabalhadores no hospital, na manhã desta sexta-feira (13). . A insegurança dos funcionários começou no final de agosto, quando a fase de transição da gestão foi iniciada. Atualmente, a administração é de responsabilidade do Instituto Haver. No protesto, que conta com técnicos em enfermagem, enfermeiros, médicos, nutricionistas e farmacêuticos, os trabalhadores cobram mais transparência no processo de transição das Organizações Sociais (OSs), manutenção da jornada de trabalho de 30h semanais, garantia de direitos trabalhistas e segurança dos pacientes. . “Vivemos sob tensão constantemente. Temos certeza que iremos continuar trabalhando até dia 30 de setembro. A partir de outubro, quando a INTS assume a gestão, não sabemos nem se vamos poder ficar no hospital. Por isso vamos continuar lutando. Queremos o que é nosso por direito”, disse uma servidora do Hugo. O nome dela e de demais profissionais da unidade ouvidos pelo Mais Goiás foram preservados. . Segundo ela, além de cobrar transparência e direitos trabalhistas, a manifestação serve para alertar a população sobre as propostas feitas pela INTS, que, de acordo com a trabalhadora, vão sucatear o hospital. Dentre as críticas citadas está o regime de sobreaviso, o qual a nova OS quer implementar. […] @jessicasanreis/Mais Goiás | Link na bio para esta e outras matérias completas | Vìdeo: Leitor/Mais Goiás

Uma publicação compartilhada por Mais Goiás (@maisgoias) em

;