Depois de anarquizar UEG, governo Caiado pede pelo menos três meses de intervenção para consertar  bagunça que ele próprio criou

Depois de oito meses anarquizando a Universidade Estadual de Goiás (UEG), o governo Caiado finalmente conseguiu o que queria: um cenário que justificasse a intervenção na instituição. No jornal O Popular deste sábado, o secretário Adriano da Rocha Lima afirma que a eleição para reitor da UEG terá de ser adiada por pelo menos três meses até que o interventor recém-nomeado, Rafael Borges, conserte a anarquia que o próprio governo tratou de promover. Foi a forma que o governador encontrou para atropelar a comunidade universitária e fazer as coisas como ele bem entende.