Exclusivo: reviravolta no caso Cristovão Tormin em Luziânia, em depoimento vítima diz que foi usada politicamente por adversários do prefeito

Uma das mulheres que acusam o prefeito Cristovão Tormin de Luziânia por assédio sexual revelou em depoimento ao Ministério Público, e registrado em cartório, que foi usada politicamente pelos adversários do prefeito quando ela fez um boletim de ocorrência contra ele, que posteriormente foi afastado do mandato para apuração.
Em depoimento ela disse ainda que o grupo do deputado Diego Sorgatto (DEM) ofereceu vantagens para que ela ajudasse a “sujar” o nome de Tormin e fazer dele o “João de Deus” da política. “Fui manipulada e usada como trampolim pelo grupo do deputado para afastar o prefeito e fazer a jogada. Na época fui procurada pelo Marcos Melo, irmão de Marcelo Melo, e o vereador Telio Rodrigues, que é o coordenador da campanha de Sorgatto. O Paulo Rocha, sogro do Diego Sorgatto, foi o motorista que levou todas as vítimas a Goiânia para conversar com o deputado. Ele queria destruir o Cristovam de qualquer jeito. junto com a doutora Carla, advogada do Diego. E eu só me dei mal nesse processo do afastamento do prefeito” relatou uma das testemunhas, que pediu para não identificar sua imagem. Este mesmo depoimento foi feito no dia 5 de novembro ao promotor de justiça Julimar Alexandro da Silva.
Nossa reportagem tentou entrar em contato telefônico com o candidato a prefeito de Luziânia, Diego Sorgatto (DEM), que agora passa a ser o acusado nesta história, mas ele não atendeu. O espaço está aberto para sua versão do fato. Trecho do depoimento.