sábado , 7 março 2026
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Goiás avança 12 posições e é o 7º Estado mais transparente em informações fiscais no ranking STN

Goiás alcançou a 7ª posição entre os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal no “Ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal dos Estados”, divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). O ranking da STN de 2021 compara o desempenho nas informações contábeis e fiscais, levando em conta dados do ano anterior. Em relação ao levantamento divulgado em 2020, quando foi o 19º colocado, o governo goiano subiu 12 posições.

“Hoje temos um outro Estado de Goiás. As pessoas acreditam nele e sabem que aqui o dinheiro é corretamente aplicado. Sabem que temos condição de orgulhar o povo goiano”, afirmou o governador Ronaldo Caiado ao comentar as melhorias implementadas desde o início da gestão. “Estamos em um outro ciclo de governo, com muita transparência, responsabilidade e um corpo técnico capacitado”, complementa.

Goiás obteve 92,2% de acertos em 2020 (88,256 acertos de 96 verificações), de acordo com o relatório da STN. “Começamos a colher hoje o que estamos plantando desde janeiro de 2019. Este é mais um bom resultado de uma gestão ética, técnica e eficaz”, comemorou a secretária da Economia de Goiás, Cristiane Schmidt.

“Quem está dizendo que Goiás está, de fato, respeitando os recursos públicos e utilizando-os de forma responsável é o Tesouro Nacional”, frisou Schmidt. Ela acrescentou, ainda, que o “ajuste fiscal é a premissa básica para que o governante consiga fazer políticas públicas para a população”.

“Isso só foi possível pelo apoio da alta gestão, do governador e da secretária da Economia, que têm privilegiado a melhoria da qualidade da informação a fim de atender os anseios da sociedade por informações de qualidade, verdadeiras e fidedignas”, salientou o contador-geral e superintendente Contábil da Secretaria da Economia, Ricardo Borges de Rezende.

“A melhoria da qualidade atende tanto aos órgãos de controle externo como à própria sociedade que tem informações confiáveis para fazer uma avaliação das ações do governo, na aplicação dos recursos públicos”, finalizou Ricardo Borges de Rezende.

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