• Calúnia e difamação?
Daniel Vilela (MDB) passou quatro fazendo curso de malvadezas com Caiado É capaz de colocar um sorriso no rosto e, com cinismo, frieza e dissimulação jogar pesado.
Ao comentar a saída de Ana Paula Rezende (PL) do MDB para o PL, onde virou pré-candidata a vice-governadora na chapa de Wilder Morais, o vice-governador Daniel Vilela fez uma acusação séria: insinuou que ela queria usar recursos públicos de forma indevida no Memorial Iris Rezende Machado.
Isso não é “alfinetada” eleitoral. É acusação que coloca em xeque a credibilidade dela e respinga direto no nome de Iris. Se não tiver provas é calúnia e também difamação.
• Ônus da prova
Cabe a Daniel Vilela provar o que afirmou. Atenção, Ana Paula Rezende. Atenção, Ministério Público. Se existe fato, documento, pedido formal, tentativa concreta, que ele apresente. Se não existe, o que fica é a tentativa de manchar reputação no grito, no “disse-me-disse”, no ataque calculado.
• Por que só agora?
Se Daniel diz que havia algo errado, por que não trouxe isso à luz antes? Por que não acionou os órgãos de controle quando Ana Paula ainda estava no MDB, partido que ele comanda?
A demora — e o timing — levantam outra suspeita: a de prevaricação, ou de uso político de uma suposta denúncia, guardada na gaveta para virar munição quando convém.
• O alvo real: o legado de Iris
Quando Daniel leva a acusação para dentro do Memorial Iris Rezende, ele não atinge só Ana Paula. Ele tenta enlamear o símbolo, a memória e a história de Iris Rezende Machado, como se o tributo ao ex-governador estivesse “emporcalhado” por corrupção.

















