• Carta de professores expôs crise
Faltam 36 dias para o fim do governo Caiado. Quando assumiu em 2019, segundo carta divulgada por professores da Universidade Estadual de Goiás (UEG) em 2022, a instituição passou a enfrentar fuga contínua de docentes, problemas de pagamento e ausência de políticas estruturantes para pesquisa e ensino.
Os professores relataram também falta de profissionais e orçamento cada vez mais curto. Na carta, os docentes compararam a situação da UEG com a época do governo Marconi Perillo (PSDB) e afirmaram que a universidade entrou em um processo de letargia administrativa desde a eleição de 2018 que levou Ronaldo Caiado ao poder.
• Greve e embate judicial
O cenário de tensão continuou. Em 10 de julho de 2025, o governador acionou o Tribunal de Justiça contra a greve dos servidores técnicos da UEG.
A principal reivindicação era a implementação do plano de carreira com gratificação por titulação, já que muitos servidores possuem especialização, mestrado ou doutorado sem receber adicional.
• Abandono
Além das questões de carreira, denúncias recorrentes apontam abandono de prédios da universidade, com unidades tomadas por mato alto e problemas estruturais por falta de manutenção.
• Está acabando
Ronaldo Caiado vem de uma família em que pobre era usado apenas para o trabalho braçal e não merecia estudo; nos anos 30 tinha que servir à família Caiado e quem ousasse sonhar mais alto era tratado como rebelde — muitos, dizem, pagaram caro por isso.
Essa mentalidade dos Caiado não mudou. Este governador que está de saída, assim como seus antepassados, nunca demonstrou simpatia por ver filho de gente simples ocupando banco de universidade — raiz do sucateamento da UEG.
Agora, porém, o tempo, senhor da razão, grita por nós: faltam 36 dias para esse senhor deixar o governo de Goiás. Caiado nunca mais!

















