• Na mira da PF
A Polícia Federal investiga como a Prefeitura de Aparecida de Goiânia aplicou R$ 40 milhões do AparecidaPrev no Banco Master, hoje no centro de um escândalo nacional.
O nome que surge no centro do caso é Einstein Almeida Ferreira Paniago. Na gestão de Gustavo Mendanha, ele presidia o AparecidaPrev.
Quando Mendanha saiu, a estrutura administrativa foi mantida e, já sob o prefeito Vilmar Mariano, Paniago foi deslocado para a Secretaria da Fazenda.
• Tem cargo no governo Caiado
Dados da folha de pagamento indicam que Einstein Paniago, atualmente gestor fazendário na Secretaria da Economia do governo Caiado, recebeu em janeiro de 2026 o total de R$ 40.733,28 no mês, considerando vencimentos e vantagens.
• Viagem com Daniel Vilela
Foi nesse período que Paniago embarcou para a China ao lado do vice-governador Daniel Vilela, em missão oficial. A proximidade entre os dois chama atenção justamente no momento em que se discute a aplicação milionária do instituto.
O caso ganhou força após o Banco Central pedir a liquidação extrajudicial da instituição. A medida se conecta à Operação Complexo 0, que levou à prisão do dono do banco, Daniel Vorcaro.
• Dinheiro das previdências no rolo
As apurações começaram em 2024 por suspeitas de fabricação de carteiras de crédito irregulares. O que veio à tona é que recursos de previdências de vários estados e municípios foram parar em fundos ligados ao Banco Master — e Aparecida entrou nessa lista.
Segundo informações já divulgadas, a aplicação dos R$ 40 milhões no Banco Master teria ocorrido sem aval do conselho do AparecidaPrev.
Na época, o amigo e parceiro de Paniago, Robes Venâncio, que também era secretário de Gustavo Mendanha e foi deslocado para a presidência do AparecidaPrev foi peça chave para o esquema, ao lado de Einstein, que tinha acabado de chegar da viagem oficial com o vice-governador Daniel Vilela (MDB).

















