terça-feira , 17 março 2026
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Faltam 35 dias para o fim do governo responsável pela maior fila de espera que já existiu na saúde em Goiás

• A fila do Caiado

Faltam 35 dias para o fim do governo responsável pela maior fila de espera que já existiu na saúde em Goiás.

Em 2023, dados divulgados pela Folha de São Paulo e pelo G1 mostraram que Goiás liderava o ranking nacional de cirurgias eletivas represadas no SUS, com 125.894 pessoas aguardando.

Caiado trocou placas de hospitais construídos pelo governo Marconi Perillo (PSDB) e inventou o caos: muitos pacientes passaram a ser encaminhados para cidades distantes.

Há casos de moradores do Sudoeste que precisam viajar até Uruaçu, no Norte do estado, na esperança de conseguir tratamento, depois é mandado para outra e ainda uma terceira cidade, e volta para casa com dor ou em um caixão.

• Hospitais lotados

Mesmo com campanhas publicitárias do governo, gastando rios de dinheiro público, continuam frequentes as denúncias de superlotação no Hugol, no Hugo, no Hospital Estadual de Aparecida, de Trindade e de Anápolis.

Pacientes relatam espera prolongada por cirurgias eletivas e atendimento em corredores.

Na prática implantada pela Secretaria de Saúde, a cada semana um hospital estadual fecha as portas para atendimento. Um certo rodízio que cancela vidas.

O paciente chega, encontra a unidade fechada, não consegue abrir ficha no SUS e volta para casa com dor. Sem ficha aberta, não entra na estatística da fila.

• Fim do governo desumano

Um fato histórico é inegável: a família Caiado nunca se importou com a saúde das pessoas mais pobres. Desde os anos 30, os mais humildes foram vistos pelos Caiados apenas como gente de serviço braçal nas fazendas. Quando adoeciam ou já não serviam, eram simplesmente descartados, mandados embora com uma mão na frente e outra atrás.

No poder, os Caiados nunca construíram hospitais. E o único que o médico político Ronaldo Caiado fez neste governo é superfaturado, obra 10 vezes mais cara.

Quando precisa de atendimento, Caiado busca hospitais em São Paulo — longe da realidade enfrentada por quem depende da saúde pública no estado que ele governa. O povo pobre, que espera há anos na fila por uma simples cirurgia conta nos dedos: faltam 35 dias para o fim do governo Caiado, graças a Deus!

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