• Torrou o estádio
Faltam 32 dias para o fim do governo Caiado, que vendeu o Estádio Serra Dourada por preço de bananas. Sim, isso mesmo: por um preço completamente injusto e com cheiro de maracutaia. O vice-governador Daniel Vilela (MDB) foi quem costurou o acordo que já nasceu dando prejuízo aos cofres públicos.
• Cheiro de maracutaia
O Grupo Construcap arrematou uma estrutura avaliada em cerca de R$ 600 milhões praticamente de graça. O Serra Dourada foi concedido por 35 anos à empresa por apenas R$ 10 milhões — um valor ínfimo diante da importância econômica e estrutural do estádio.
Antes da concessão, o governo ainda investiu R$ 15 milhões em iluminação de LED, exigência das transmissões em Full HD. Ou seja: o Estado modernizou, bancou a obra e depois entregou o estádio praticamente pronto.
Para piorar houve isenção do IPTU no valor de R$ 80 milhões de reais a empresa, enquanto Mabel derruba casa de gente pobre na periferia.
• Lava Jato
A Construcap, que assumiu o estádio, já foi alvo da Operação Abismo, da Lava Jato, em 2016, com prisão de seus controladores, Eduardo e Roberto Capobianco, e, em 2018, condenação por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Quem perdeu? O povo, legítimo dono do estádio. Quem ganhou? Não precisamos desenhar. Mas uma coisa é certa: eles terão que devolver o estádio aos goianos e a virada começa em 32 dias, quando Caiado será extirpado de uma vez por todas do governo de Goiás.

















