quarta-feira , 13 maio 2026
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Federação Internacional de Motociclismo emite nota sobre MotoGP em Goiânia e diz que o gestão do Autódromo admitiu falhas

Vexame sem fim

• A Federação Internacional de Motociclismo (FIM) divulgou nota oficial, nesta terça-feira (24), explicando os problemas registrados na pista do Autódromo de Goiânia durante a etapa da MotoGP, realizada no último fim de semana.

• O governo Ronaldo Caiado gastou mais de R$ 250 milhões na reforma da pista, que apresentou sérios problemas na chuva e no calor, expondo negativamente o estado de Goiás para mais de 200 países.

Problemas

• Segundo a entidade, o buraco que surgiu na reta principal foi causado pelo colapso de um antigo sistema de esgoto não documentado sob a pista.

• Já os trechos com asfalto solto foram atribuídos ao calor intenso e à alta atividade na pista ao longo das corridas.

Impacto

• Por causa das condições do circuito, a corrida principal da MotoGP precisou ser reduzida de 31 para 23 voltas por questões de segurança.

• A decisão foi tomada pouco antes da largada, o que gerou críticas de pilotos pela dificuldade de adaptação de estratégia.

Riscos

• Durante a prova, pilotos relataram ter sido atingidos por fragmentos de asfalto, conhecidos como “pedrinhas”, lançados com a passagem das motos.

• O desgaste mais crítico foi identificado em trechos do circuito onde houve deterioração visível da pista.

Homologação

• A FIM destacou que o processo de homologação dos circuitos começa com mais de um ano de antecedência e inclui inspeções detalhadas de toda a estrutura.

• Cada pista exige uma mistura específica de asfalto e um método próprio de aplicação, definidos pelo circuito e avaliados pela entidade para garantir padrões de segurança.

• A homologação final é confirmada pouco antes da realização de cada Grande Prêmio.

De quem é a culpa?

• A entidade afirmou que os problemas enfrentados em Goiânia foram reconhecidos pela gestão do circuito, sob responsabilidade do Governo de Goiás.

• Segundo a FIM, as falhas serão corrigidas antes do retorno da MotoGP ao Brasil na próxima temporada.

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