domingo , 10 maio 2026
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Justiça Eleitoral desmonta fake contra Marconi e expõe uso político de narrativa — acusação de “propina do Banco Master” não tinha prova

• Decisão da Justiça é clara

O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás determinou a retirada de uma publicação que acusava Marconi Perillo de receber R$ 14,5 milhões em propina do Banco Master, divulgada no perfil @catalao_news1. A decisão aponta que a informação foi divulgada sem qualquer prova e configurou propaganda eleitoral negativa antecipada.

• Sem prova, com acusação grave

Segundo o próprio documento, a postagem atribuía crimes como corrupção, caixa 2 e lavagem de dinheiro ao ex-governador, mas não apresentava documentos ou fonte verificável.

A Justiça foi direta: transformar um contrato de consultoria em “propina” sem prova ultrapassa o limite da crítica política.

• Contrato privado foi distorcido

O texto da decisão reforça que os valores recebidos por Marconi estavam ligados a honorários de consultoria em contrato privado legítimo, o que foi distorcido na publicação para criar uma narrativa criminosa.

• Ataque antecipado e ilegal

O juiz entendeu que houve tentativa de atingir a imagem de um pré-candidato fora do período eleitoral, com potencial de influenciar o eleitorado de forma indevida.

A Justiça determinou a retirada do conteúdo em até 24 horas, sob pena de multa, e abriu caminho para identificação dos responsáveis pela publicação. O Este é mais um trabalho do gabinete do ódio, alinhado ao grupo de Caiado e Daniel Vilela, com práticas desleais para contaminar informações sem comprovação, usadas para desgastar adversários.

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