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domingo , 11 outubro 2026
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Cuiabanos investigados pela PF em Mato Grosso conseguem contratos milionários em Goiás; hoje, advogado do grupo preside a OS Patris, que administra hospitais em Goiânia e no Estado

• Os cuiabanos estão em Goiás

A primeira reportagem desta série especial começa em Cuiabá, passa por Goiás e termina dentro da saúde pública goiana. O elo entre essas histórias é um grupo de médicos conhecidos como “cuiabanos”, investigados em Mato Grosso, e o advogado do grupo no processo, que, do nada, assumiu a presidência da Organização Social trazida para administrar hospitais públicos em Goiás. O nome dela é Patris.

• Advogado do grupo hoje comanda a OS dos cuiabanos em Goiás

Outro detalhe chama a atenção. A proposta comercial apresentada pela empresa traz a assinatura do advogado Vittor Arthur Galdino como presidente. Ele é advogado de defesa dos investigados. Atualmente, é o presidente do Instituto Patris, organização social que administra hospitais em Goiás.

• O que a Polícia Federal descobriu?

A Polícia Federal e a Polícia Civil de Mato Grosso investigaram empresas, entre elas a MedTrauma Serviços, e os médicos Alberto Pires de Almeida, Osmar Gabriel Chemin e Gabriel Naves Torres Borges, suspeitos de irregularidades em contratos da saúde durante a pandemia da Covid-19.

Eles atuam em Goiás sob a razão social BONE Medicina Especializada Ltda., representada pelo médico Gabriel Naves Torres Borges, um dos nomes ligados ao grupo investigado.

• Grupo recebeu contratos em Goiânia e no Estado

A OS Patris, estranhamente, fincou o pé em Goiás. Atualmente, possui contratos milionários no Hospital Estadual de Luziânia (HEL), no Hospital e Maternidade Dona Íris e no Hospital Municipal da Mulher e Maternidade Célia Câmara, unidades da Prefeitura de Goiânia.

Documentos obtidos pela reportagem do Goiás24horas mostram que a BONE também firmou contrato para atuar no Hospital Estadual de Urgências de Trindade.

Será que o inexperiente governador Daniel Vilela conhece ou apurou essa história? Se ele quiser temos mais informações.

Na próxima reportagem da série: esse mesmo grupo entrou em Rio Branco, no Acre, onde também enfrenta denúncias.

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