• Anuário aponta crescimento de 4,7%
Os casos de perseguição contra mulheres aumentaram em Goiás em 2025. Até o momento, o governo Caiado/Daniel Vilela não criou nenhuma estratégia para proteger as mulheres vítimas de violência doméstica e perseguição. São 8 anos de descaso.
De acordo com o 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, foram 4.334 registros de stalking no Estado, frente aos 4.136 contabilizados em 2024. O crescimento de 4,7% coloca o crime entre os indicadores que mais preocupam especialistas em violência de gênero.
• Perseguição pode ocorrer presencialmente ou pela internet
A prática inclui monitoramento constante, envio insistente de mensagens, ligações repetidas, perseguição física, criação de perfis falsos, controle da rotina da vítima e outras formas de intimidação. Desde 2021, o stalking é tipificado como crime no Código Penal brasileiro.
• Violência não termina no primeiro episódio
Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a perseguição costuma fazer parte de uma escalada de violência. O Anuário destaca que crimes como ameaça, violência psicológica e stalking frequentemente antecedem agressões físicas e feminicídios, tornando essencial a denúncia ainda nas primeiras ocorrências.

















