• Zero surpresa
A Coluna Giro, de O Popular, trouxe uma informação que reforça o que o G24H já vinha mostrando sobre a confusão envolvendo a suplência de Zacharias Calil (MDB) na disputa pelo Senado. Segundo a coluna, o QG da campanha de Zacharias passou semanas preocupado com uma questão bastante específica: “a capacidade de seus suplentes de ajudarem no financiamento do projeto”.
• Quanto vale?
A revelação provoca uma pergunta inevitável: a suplência de senador virou uma espécie de leilão para descobrir quem consegue colocar mais dinheiro na campanha? Suplente deveria ser escolhido por representação política, confiança e capacidade de substituir o titular. Quando o tamanho do bolso entra como critério, a situação merece atenção — inclusive do Ministério Público Eleitoral.
• Troca cogitada
O Giro vai além. Segundo a coluna, não foi por acaso que Zacharias cogitou, ainda em julho, substituir Thales Jayme pelo empresário Malkon Merzian na primeira suplência. O jornal relaciona diretamente essa movimentação à preocupação do QG com a capacidade financeira dos integrantes da chapa.
• Dinheiro no meio
A informação ganha ainda mais peso depois da crise com Thales Jayme. Conforme noticiado pelo Jornal Opção, a ruptura envolve inclusive discussão sobre valores que teriam sido colocados na campanha e eventual devolução. Ou seja: quanto mais aparecem os bastidores da montagem da chapa, mais o dinheiro surge como personagem central da escolha dos suplentes.

















