• Ruas tomadas manifestantes
Goiânia recebeu neste domingo (11) uma grande manifestação em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo estimativa apresentada pelos organizadores, quase 50 mil pessoas participaram do ato, que reuniu estudantes, sindicalistas, movimentos populares e lideranças políticas.
A concentração ocorreu na Praça Universitária, no Setor Universitário. Os manifestantes seguiram pela Rua 10 até a Praça Cívica, onde a mobilização foi encerrada. O evento foi descrito por participantes como uma das maiores manifestações de rua em favor de Lula nesta eleição.
Os deputados estaduais eleitos Fabrício Rosa e Kátia Maria estiveram à frente da mobilização. Também participaram o vereador e ex-reitor da UFG Edward Madureira Brasil, os professores Fábio Tokarski e Delúbio Soares, além de Cíntia Dias (PSOL) e Isaura Lemos (PSB), candidatas ao Senado.
• Mobilização nacional
Em São Paulo, a Marcha Pela Democracia ocupou grande parte da Avenida Paulista, com a presença de Lula. O ato reuniu movimentos sociais, estudantes, torcidas organizadas e comunidades de fãs de artistas internacionais.
Em cima de um carro de som posicionado em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP), Lula criticou a administração anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro, principalmente na gestão da pandemia de covid-19.
“Vocês sabem o que a família bolsonarista fez neste país. Vocês sabem o que é um presidente rir de pessoas que estavam morrendo asfixiadas por falta de oxigênio. Vocês viram quantas pessoas foram enterradas em saco preto, sem poder se despedir da sua família, porque tivemos um presidente irresponsável que duvidou da ciência, que não acreditou na medicina, que receitou remédio que não prestava para nada”.
O candidato defendeu realizações de sua gestão na educação e prometeu uma revolução nas áreas da tecnologia e da segurança no país.
“Quando nós chegamos na presidência, em 2003, o Brasil tinha apenas 4,8 milhões de pessoas com diploma universitário no mercado de trabalho. Hoje, o Brasil já tem 26 milhões, e nós queremos 50 milhões, 100 milhões”, disse.


















