sexta-feira , 24 abril 2026
Goiânia

Vereadores aliados a Paulo Garcia tentam empurrar, goela abaixo, a tese de que prefeitura precisa do aumenta do IPTU para funcionar. Mas não falam em cortar gastos de custeio da administração

Os vereadores Carlos Soares (PT) e Felisberto Tavares (PR) acabaram de ocupar a tribuna da Câmara Municipal para defender a proposta do poder Executivo de reajustar o IPTU para Goiânia em até 25%.

Eles, a exemplo de toda a bancada aliada ao prefeito Paulo Garcia (PT), encampam a tese de que a administração municipal precisa do aumento para continuar funcionando e prestando serviços básicos, como limpeza urbana, educação básica e atendimento básico em Saúde.

É uma tese falsa.

A prefeitura tenta transferir, para a população, o ônus que ela não aceita assumir. Note o leitor que a gestão municipal não apresentou, até hoje, uma proposta que objetive a redução dos seus próprios gastos de custeio. Não reduz o número de secretarias, de diretorias e de cargos comissionados de maneira séria.

Não apresentou um plano de reestruturação para Comurg, que nas mãos do PT e do PMDB virou um grande financiador de projetos políticos e eleitorais.

Sendo assim, por que o goianiense tem de arcar com esse prejuízo?

 

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