segunda-feira , 27 abril 2026
Goiás

Fieg critica projeto relatado por Daniel Vilela para proteger empresas da crise: “Chegou com mais de um ano de atraso”

Responda-nos uma pergunta, leitor: se o seu filho estivesse doente, você esperaria um ano para aplicar-lhe medicação?

Pois foi isso que fizeram o deputado Daniel Vilela (PMDB) e o Governo Federal com o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), cujo objetivo era, em tese, proteger empresas e funcionários da crise econômica – quase um ano depois que o período de turbulência já havia começado.

“A maioria das empresas que pensavam em adotar alguma medida para minimizar o problema já tinha feito”, explicou ao jornal O Popular, nesta quinta-feira, o assessor-executivo do Conselho de Relações do Trabalho da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Nelson Aníbal.

Não à toa, a adesão ao PPE em Goiás foi nula. Nenhuma empresa requereu cadastro junto ao Ministério do Trabalho. Um fiasco que Daniel Vilela terá de compartilhar com a presidente Dilma Rousseff, a quem apoia.

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