sexta-feira , 10 julho 2026
Goiânia

Chuva de ações: Paulo Garcia está sob ofensiva judicial, com consequências drásticas, ou seja, pode ser afastado do cargo e até mesmo ser levado para a cadeia

O prefeito Paulo Garcia, do PT, vive um momento delicado no comando do Paço Municipal.

Uma verdadeira ofensiva judicial, desfechada pelo Ministério Público Estadual e pelo vice-prefeito Agenor Mariano, do PMDB, despejou sobre a cabeça do prefeito ações que podem levar ao seu afastamento do cargo e até mesmo à sua prisão.

O processo mais perigoso é uma ação de improbidade movida pela promotora Marlene Nunes Freitas Bueno, da 89ª Promotoria de Justiça de Goiânia, e pelo coordenador do Centro de Apoio Operacional do Patrimônio Público, Rodrigo César Bolleli. Eles sustentam que Paulo Garcia teria descumprido decisões judiciais e do Tribunal de Contas dos Municípios – e pedem nada mais nada menos que o prefeito seja imediatamente afastado do cargo.

Nesse caso, o juiz Fabiano de Aragão Fernandes concedeu prazo, de 15 dias, que já está correndo, para que Paulo Garcia se manifeste no processo, para em seguida anunciar a sua decisão.

Há também uma ação movida pelo vice-prefeito Agenor Mariano, sob a alegação de que o prefeito também desobedeceu uma ordem judicial para a nomeação dos funcionários comissionados do seu gabinete. A apenação é pesada: prisão.

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