quarta-feira , 8 julho 2026
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Evangélicos ameaçam: “Temos canhão para 2018, mas somos tratados como espingarda de chumbo”, diz Gilvan Máximo

Esquenta o debate por vagas na chapa majoritária da base aliada.

Depois da entrevista-bomba de Vilmar Rocha, agora é a vez de um líder evangélico fazer ameaças.

Nota principal de Giro, em O Popular, destaca que alguns líderes das principais igrejas evangélicas articulam união inédita em Goiás para 2018, com a intenção de bancar um nome para a chapa majoritária, seja ela da base governista ou da oposição.

“Os evangélicos representam 40% do eleitorado goiano e nunca tiveram espaço. O governador Marconi Perillo (PSDB) sempre foi atencioso conosco, mas nunca abriu espaço nas suas chapas”, diz Gilvan Máximo, pré-candidato a deputado federal pelo PRB, da Igreja Universal.

Máximo afirma que os evangélicos conseguiram esta unidade no Distrito Federal e, embora enfatize que o setor poderá conversar com a oposição (cita o deputado federal Daniel Vilela, do PMDB), reclama mesmo é de espaço na base aliada.

“Todos os nomes cotados para a chapa do governo são católicos: Marconi, José Eliton, Demóstenes (PTB), Wilder Morais (PP) e Lúcia Vânia (PSB), que foi primeira-dama da ditadura militar e quer mais oito anos no Senado, num total de 24. Nós, evangélicos, temos um canhão de votos para 2018, mas somos tratados como espingarda de chumbo.”

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