domingo , 1 novembro 2026
Goiás

Em carta a ministra, presos também poderiam ter assumido compromisso de não ameaçar servidores nem cometer crimes de dentro da cadeia

Os presos do complexo prisional de Aparecida de Goiânia entregaram hoje um longa carta (escrita a mão) para a ministra Cármen Lúcia, que visitou Goiânia nesta segunda-feira.

Curiosamente bem escrito, o “documento” é praticamente um apelo dos presos por melhores condições na unidade, ajuste no sistema de julgamentos e aplicação das penas e outras demandas.

Reafirmamos aqui que é direito deles essa manifestação e o pleito junto à autoridade, claro. Só o que não pode haver é uma condescendência excessiva com detentos que não perdem a chance de promover baderna, ameaçar servidores, traficar drogas dentro da cadeia e ordenar crimes para serem cometidos aqui fora.

Uma boa sinalização dos presos para um acordo de “paz”, digamos assim, seria colocar nessa carta pelo menos uns dois deveres a serem cumpridos por eles próprios. Que tal parar de ameaçar agentes penitenciários e parar de ordenar assaltos e roubos.

Teríamos um grande avanço!

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