quarta-feira , 29 abril 2026
Goiás

Com inteligência e à custa da moral das instituições, PT arrastou Lula enquanto pode. Agora acabou

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enfim barrou a candidatura de Lula à presidência na noite desta sexta-feira.

Os meios político e jurídico sabiam que não havia chance de Lula participar da disputa. Mesmo assim, o PT forçou a barra em cima de uma situação hipotética e improvável, numa estratégia de confrontação com instituições caras à democracia brasileira – como a Justiça Eleitoral, o Supremo Tribunal Federal, o Congresso e as forças policiais. 

Para o Brasil foi desgastante. Para o PT, deu certo. O “suspense” em torno de Lula acabou, mas ele arrastou o partido com mais de 30% das intenções de voto até o início do primeiro turno, o que manteve o PT no jogo. Era tudo que eles queriam.

Entra em execução agora a segunda etapa da estratégia, que é a de transferir o espólio eleitoral defendido por Lula de dentro da cadeia para o substituto dele, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad. 

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