Não dura três meses, dizem educadores sobre Fátima Gavioli na Educação

Não fosse a teimosia do senador e governador eleito Ronaldo Caiado (DEM), Fátima Gavioli entraria para a história de Goiás como a primeira secretária de Educação demitida antes de efetivamente assumir o cargo. Desde que foi anunciada, a professora paranaense que fez carreira pública em Rondônia, está sob intenso bombardeio, e no meio acadêmico e na secretaria a aposta é que ela não dura três meses.

Desde que foi confirmada por Caiado, Gavioli já anunciou demissão de comissionados, corte de gratificações, volta de professores da área administrativa para a sala de aula, dupla jornada para quem se mantiver em cargos de gestão e sinalizou que o fechamento de escolas está entre as medidas em estudo para reduzir os custos com a pasta e resolver e problema da falta de professores.

Conforme o blog informou em primeira mão, Caiado está tiririca da vida com as revelações tenebrosas do currículo de sua futura secretária de Educação. Motivos para demitir Fátima Gavioli não faltam ao governador eleito, mas, claro, esse gesto o deixaria desmoralizado e abriria um precedente perigoso na composição da equipe de auxiliares.