quarta-feira , 24 junho 2026
Goiás

O bode expiatório de Caiado e Cristiane Schmidt para a crise inventada pelo governo tem nome: o pobre do servidor público

O funcionalismo público estadual já percebeu que não terá vida fácil no governo Ronaldo Caiado (DEM). Todas as primeiras medidas anunciadas pela gestão atingem em cheio as conquistas alcançadas pelos servidores nas gestões de Marconi Perillo (PSDB).

Direitos adquiridos que deveriam ser perenes porque qualificaram a prestação de serviços, aumentaram a eficiência, aperfeiçoaram as políticas de resultados da gestão e criaram uma categoria de servidores forte, com voz ativa na tomada de decisões.

A participação ativa e a valorização dos servidores da administração pública vão muito além do mero corporativismo (que tem seu lado positivo). São parte de uma gestão democrática, sintonizada com os cidadãos, porque os governos devem ser civis, compostos pelo povo e para o povo.

Caiado e Schmidt, como se percebe, já elegeram seu bode expiatório para a crise que inventaram para (não) governar: o servidor público. É ele que vai pagar a fatura amarga e sem volta do arrocho fiscal em curso na “nova” administração.

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