Usina de crises: Caiado fecha escolas, acaba com parte do ensino em tempo integral e espalha pânico entre servidores, pais e alunos da rede estadual

A revolta dos professores e, principalmente, dos pais e alunos, afetados pela medida caiadista foi anunciada sem consulta prévia à comunidade escolar e às vésperas do início do ano letivo, marcado para esta segunda-feira, 21. O pacote de maldades para a Educação toma o noticiário e, em todo o Estado, proliferam os protestos e apelos para que Caiado e a secretária forasteira revejam a decisão.

“Mudanças na rede estadual preocupam professores e alunos – Processo fecha colégios e transfere estudantes”, afirma a edição de hoje do jornal O Popular. “A reportagem recebeu queixas de São Francisco de Goiás, Caiapônia e São Simão, entretanto, a  Seduce admite que a medida se estende a outras cidades”, informa o jornal. “Diretores e professores pontuam que as mudanças provocarão transtornos porque muitos servidores terão de alterar o local de trabalho para não ficar sem carga horária, consequência do fechamento de algumas unidades”.

O fechamento de escolas também domina a pauta dos telejornais. Na TV Anhanguera, o assunto foi tema de reportagem de quase 11 minutos, com direito ao blá-blá-blá de Fátima Gavioli, que deu um monte de explicações esfarrapadas sobre o tal “reordenamento” de vagas. Parece piada, mas é isso mesmo: a secretária forasteira chama de “reordenamento” a bagunça que ela criou na rede estadual de ensino que funcionava muito bem antes dela, e liderava o ranking nacional do Ideb