quarta-feira , 11 março 2026
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Pelo bom jornalismo, Popular tem obrigação de corrigir barrigada retumbante sobre quadro de pessoal da Câmara, em letras grandes

Jornalistas e editores de O Popular vivem arrotando por aí que são uma ilha do bom jornalismo no mar de veículos de comunicação de Goiás alinhado editorialmente a governos. A manchete deste sábado (9/2) é uma excelente oportunidade de o jornal provar sua propolada honestidade: o Popular tem a obrigação de corrigir, em letras grandes, em espaço vísivel, a barrigada retumbante sobre o quadro de pessoal da Câmara de Goiânia.

A “reportagem” de Marcos Nunes Carreiro, um jornalista jovem mas já com alguma experiência, afirma que a Câmara tem 5,5 funcionários comissionados para cada efetivo. Mas, ainda não sabe sabe ao certo que conta maluca ele fez, a proporção correta é 2,9 – quase a metade, portanto. A conta saiu errada porque o repórter afirma que a Câmara de Goiânia tem 82 efetivos. Está errado: são 150, isso sem levar em conta os efetivos à disposição, que a bem de verdade poderiam entrar na conta.

Todos os dados estão na transparência, basta somá-los. O erro grotesco da reportagem do Popular, que se desarvorou para fazer seu jornalismo moralista e preconceituoso, derruba ainda mais a já combalida credibilidade do jornal, classificado de caiadista pelos leitores.

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