Exclusivo: perseguição política de servidores e paralisia total na Secretaria de Desenvolvimento Social do governo Caiado

Servidores reclamam e criticam a gestão do secretário de Marcos Cabral na Secretaria de Desenvolvimento Social do governo Caiado. O secretário, além de perseguir os efetivos, não dá andamento nos processos do órgão. Tudo está concentrado nas mãos dele, até mesmo as férias dos servidores (sendo que é a chefia imediata que deveria autorizar ). A equipe que o secretário colocou no órgão trata mal os funcionários, acusando os efetivos de serem “marconistas”. O secretário não analisou nem o pedido de renovação do contrato de limpeza, e agora o órgão está sem equipe de limpeza e são os servidores da pasta que fazem o trabalho. Além disso, o secretário e a PGE possuem um “acordo de cavalheiros”, onde os procuradores usam vagas do prédio da SEDS, vagas essas que poderiam ser ocupadas por servidores do órgão (lembrando que a maioria dos servidores da SEDS recebem menos de R$ 5 mil por mês, e agora precisam gastar com estacionamento de fora do prédio). Caso algum servidor tente estacionar em uma dessas vagas reservadas, pode até ser preso, já que colocaram um PM para vigiar. Cabral é inacessível, ninguém consegue um horário em sua agenda, nem mesmo para falar sobre assuntos importantes (como contratos de alimentação do socioeducativo que estão vencendo). Trata mal os servidores, sempre que encontra alguém, pergunta se é “efetivo ou comissionado” antes de dizer bom dia.
Tudo isso foi relatado ao G24H por servidores, que obviamente pediram anonimato. O blog checou a veracidade das informações,