sábado , 14 março 2026
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Assim como a primeira, a segunda fase da reforma administrativa de Caiado é uma piada

Se a primeira fase da reforma administrativa do governo Ronaldo Caiado foi um engorda que, em vez de reduzir, aumentou o custo da máquina estadual, a segunda fase, então, é uma piada.

Ao contrário do que Caiado anunciou, a segunda etapa da reforma administrativa não enxuga a estrutura do governo nem tampouco produz economia de gastos.

A  eliminação da secretaria do Trabalho, que Marconi Perillo extinguiu e Zé Eliton reativou com estrutura zero para atender o Solidariedade de Armando e Lucas Vergílio, é praticamente nada no conjunto do governo – tipo um zero à esquerda em termos de orçamento e despesas.

Os conselhos extintos vão na mesma direção: 90% deles nunca foram instalados e, portanto, não geraram custos para o estado.

Quando aos casos comissionados, bastaria que, em vez de extingui-los, o governador não nomeasse apadrinhados de deputados neles, o que dispensaria o desgaste da reforma administrativa.

Ou seja, Caiado montou um circo para anunciar uma reforma que não é reforma: não passa marketing de quinta categoria.

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