sábado , 7 março 2026
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Em entrevista quilométrica, Otavinho Lage, da Adial, não consegue explicar porque os incentivos fiscais devem permanecer

O presidente da Adial, Otavinho Lage, gastou 2 mil 617 palavras, 16 mil letras, seis páginas, 218 linhas e 36 parágrafos em entrevista ao Jornal Opção. Falou, falou, falou, tomou o tempo dos jornalistas, mas ao final não disse nada e não conseguiu explicar porque os incentivos fiscais devem permanecer, apesar da oportunidade que os jornalistas lhe deram para convencer os leitores que as isenções são benéficas ao estado. A conclusão que se tem ao final da leitura das declarações do líder classista é de que os benefícios fiscais só beneficiaram, com o perdão da repetição, os empresários, que estão cada vez mais abonados.

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