Deu na revista Crusoé, de circulação nacional:
“O Ministério Público Federal em Goiás instaurou um procedimento preparatório para investigar possíveis irregularidades em um contrato para gestão do hospital de campanha em Goiânia.
O procedimento vai apurar se há indícios mínimos para se abrir um inquérito e foi instaurado a partir de representação.
No documento, são narradas possíveis irregularidades na aplicação de recursos públicos federais para combate à pandemia no contrato de gestão do hospital.
O contrato foi assinado com a Associação de Gestão e Inovação e Resultados em Saúde, a Agir, no valor de 57,7 milhões de reais.
A Agir, em nota, afirmou que atua no mercado há 20 anos gerindo unidades hospitalares e ‘adota em suas boas práticas de gestão a página da transparência institucional’.”