sexta-feira , 6 março 2026
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Pergunta que não quer calar: por que o desembargador Adriano Linhares se viu obrigado a deixar o caso Escobar?

A caminho de Társis, antes de ser engolido por uma grande peixe, o famoso profeta Jonas se viu obrigado a abandonar o navio voluntariamente, enfrentar o mar em fúria e enfim trazer e ter paz, nem que fosse a eterna.

A famosa história bíblica sobre o profeta e a temida cidade de Nínive pode ilustrar bem o caso do desembargador Adriano Linhares e o perigoso caso Caiado/Fábio Escobar.

No dia 1 de novembro de 2023, Caiado gravou um vídeo desacatando o desembargador com uma conversa estranha de impeachment porque ele deu uma opinião sobre a violência da polícia militar em Goiás e foi um verdadeiro auê.

Por trás das cortinas desse espetáculo havia uma pedra no caminho do governador. Segundo uma fonte, Linhares era o desembargador relator do caso Fábio Escobar e estava muito próximo de verdades capazes de causar ‘impeachment’ nos poderes e abalar o executivo [Caiado] e o judiciário.

Enquanto a plateia se engalfinhava no debate da ‘polícia militar’ poder ou não agir com violência contra ‘pebas’, forças ocultas atuavam nos bastidores pressionando Adriano Linhares a abandonar o Caso Fábio Escobar.

Eram 15h40 do dia 1 de dezembro de 2023, quando Adriano Linhares Camargo protocolou o despacho informando que não poderia mais atuar no caso Fábio Escobar. Enfim, Jonas foi lançado ao mar.

Cristiano Silva
Opinião

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