• Carapuça do marruco
Em um evento da Saneago, na última segunda-feira (22), o vice-governador Daniel Vilela (MDB) exaltou Sandro Mabel (UB), prefeito mal avaliado em Goiânia, e usou a metáfora de “desmamar bezerros marrucos” para atacar servidores e vereadores. A ironia é que a expressão se ajusta à sua própria biografia: a carapuça lhe serviu.
• Êta teta boa!
Aos 26 anos, Daniel Vilela deixou de ser o quinto goleiro do Goiás Esporte Clube — cargo conquistado por influência do pai, então governador — para entrar direto na política. Desde vereador em 2009 até deputado federal em 2015, sempre viveu da teta do cofre público, sem construir carreira independente.
• Nunca ergueu uma palha
Após perder para Ronaldo Caiado em 2018, Daniel passou quatro anos fora do poder. Mas não montou empresa, não abriu escritório de advocacia, não ergueu nada com esforço próprio. Sobreviveu agarrado ao MDB, partido herdado do pai, sugando recursos como um verdadeiro bezerrinho marruco.
• Cofres públicos, êta teta boa, sô!
Sem fôlego para se reinventar, rendeu-se a Caiado e voltou como vice-governador. Agora, reaparece em palanques distribuindo críticas e metáforas que voltam como bumerangue. Afinal, em Goiás, a pergunta que ecoa é simples: quem é, de fato, o maior bezerro marruco do Estado?
Cristiano Silva
Editor

















