sexta-feira , 6 março 2026
Opinião

Bezerro marruco: a metáfora de Daniel Vilela que virou carapuça

• Carapuça do marruco

Em um evento da Saneago, na última segunda-feira (22), o vice-governador Daniel Vilela (MDB) exaltou Sandro Mabel (UB), prefeito mal avaliado em Goiânia, e usou a metáfora de “desmamar bezerros marrucos” para atacar servidores e vereadores. A ironia é que a expressão se ajusta à sua própria biografia: a carapuça lhe serviu.

• Êta teta boa!

Aos 26 anos, Daniel Vilela deixou de ser o quinto goleiro do Goiás Esporte Clube — cargo conquistado por influência do pai, então governador — para entrar direto na política. Desde vereador em 2009 até deputado federal em 2015, sempre viveu da teta do cofre público, sem construir carreira independente.

• Nunca ergueu uma palha

Após perder para Ronaldo Caiado em 2018, Daniel passou quatro anos fora do poder. Mas não montou empresa, não abriu escritório de advocacia, não ergueu nada com esforço próprio. Sobreviveu agarrado ao MDB, partido herdado do pai, sugando recursos como um verdadeiro bezerrinho marruco.

• Cofres públicos, êta teta boa, sô!

Sem fôlego para se reinventar, rendeu-se a Caiado e voltou como vice-governador. Agora, reaparece em palanques distribuindo críticas e metáforas que voltam como bumerangue. Afinal, em Goiás, a pergunta que ecoa é simples: quem é, de fato, o maior bezerro marruco do Estado?

Cristiano Silva
Editor

Artigos relacionados

Opinião

Cale a boca, jornalista! Não vão me calar. Não adianta. Como disse Fábio Escobar: “só matando”

• Só me matando, Caiado Três agentes da Polícia Militar, servidores da...

Opinião

Agora as lágrimas são do Vila e não suas. Descanse em paz, amigo JK

Recebi neste domingo (22) a notícia da morte do meu querido amigo...