Desmonte
- Desde que Caiado colocou os dedos no Ipasgo, o plano de saúde vai de mal a pior. Na última barbaridade da vez, o Ipasgo deixará de atender os servidores da Universidade Federal de Goiás (UFG). A decisão foi anunciada na terça-feira (14/10). Os atendimentos se encerram em até 60 dias.
Ipasgo não aderiu
- A reitoria da UFG assinou, em setembro, uma minuta de adesão ao plano, mas o presidente do Ipasgo não firmou o documento. A Procuradoria Federal também apontou falhas e falta de segurança jurídica no acordo, que poderia transferir à universidade a responsabilidade por eventuais déficits da operadora.
Servidores à deriva
- Agora, centenas de servidores da UFG ficarão à deriva, sem saber como ficará o atendimento médico e a continuidade de seus tratamentos. Enquanto o governo fala em “modernização”, o resultado prático é o enfraquecimento de um serviço essencial para quem dedica a vida ao serviço público.
- A situação mostra o desmonte do Ipasgo promovido pelo governo Ronaldo Caiado, que transformou a antiga autarquia em uma entidade privada sem fins lucrativos — e desde então vem acumulando críticas pela perda de transparência e instabilidade nos convênios.

















