Facção
• O Ministério Público de Goiás, por meio do Gaeco, deflagrou nesta terça-feira a Operação Cifra Vermelha para desarticular uma rede de lavagem de dinheiro ligada ao Comando Vermelho. A ofensiva incluiu prisões, buscas e o sequestro de mais de R$ 28 milhões em bens. As investigações revelam que integrantes da facção criaram empresas de fachada e usaram até contas em nome de filhos adolescentes para movimentar valores oriundos do tráfico.
Ação
• A operação cumpriu 13 mandados de busca e apreensão e 7 mandados de prisão entre preventivas e temporárias.
• Houve sequestro de R$ 28.108.51,70 e veículos de investigados ligados ao Comando Vermelho.]
• O trabalho foi conduzido pelo Gaeco em parceria com o COD da Polícia Militar.
Esquema
• Investigação revelou empresas de fachada criadas para receber e ocultar dinheiro do tráfico de drogas.
• Centenas de integrantes da facção usaram essas empresas para movimentar milhões de reais.
• Um contador responsável pela criação das “empresas laranja” foi preso.
Liderança
• Um casal liderava o núcleo financeiro da facção em Goiás.
• Os suspeitos usavam contas bancárias abertas em nome dos filhos de 12 e 14 anos para ocultar depósitos de traficantes.
Investigações
• O trabalho do Gaeco durou um ano e envolveu quebras de sigilos e análise de extenso fluxo financeiro.
• O material apreendido será analisado para identificar novos núcleos financeiros da facção no Estado.
• A operação integra uma série de ações recentes contra facções em Goiás, como Sintonia Goiás, Mensageiro, Irmandade do Crime, Honoris Criminis, Laço Oculto e Vigília.

















