• Assédio judicial
Denúncia recebida pelo Goiás24Horas aponta a possível existência de um QG Jurídico, alinhado ao Gabinete do Ódio, voltado à judicialização em massa e geração de reportagens mentirosas em sites que recebem dinheiro público do governo Caiado, sob o comando do secretário Gean Carlo Carvalho.
A partir de janeiro de 2026, informações obtidas por uma rede especializada em devassas— prática que, se confirmada, pode configurar ilegalidade — seriam transformadas em ações sequenciais no Ministério Público.
O método levanta suspeitas de assédio judicial com objetivo de gerar desgaste público e insegurança jurídica contra adversários políticos de Caiado (UB) e Daniel Vilela (MDB). Promotores de Justiça estariam envolvidos na organização do crime eleitoral. Isto é grave!
• MP merece respeito
Caso haja agentes do Ministério Público no meio desse pântano político, o dano ultrapassa a arena eleitoral e alcança a própria instituição, cuja missão constitucional é a defesa da sociedade e da legalidade.
A simples suspeita já acende um alerta: o uso indevido da máquina estatal para fins políticos mancha a imagem do Ministério Público e exige apuração rigorosa pelos órgãos de controle. Preservar a instituição significa separar a função pública de eventuais desvios individuais.
• Estratégia política?
A denúncia sugere que o objetivo seria produzir fatos jurídicos, alimentar manchetes e municiar um sistema de comunicação alinhado ao governo estadual para beneficiar Daniel Vilela (MDB), vice-governador apoiado por Caiado (UB).
Se confirmada, a estratégia levanta perguntas inevitáveis: há coordenação entre comunicação política e ações judiciais? Há troca de favores? Quem fiscaliza? Quem paga? Quem recebe? De onde sai esse dinheiro?
Cristiano Silva
Editor

















