• Jogo sujo
A filiação de Ana Paula Rezende ao PL e o anúncio de sua pré-candidatura a vice-governadora na chapa de Wilder Morais desencadearam, na manhã de sábado (21), uma articulação pesada no gabinete do ódio de Caiado (PSD) e Daniel Vilela (MDB).
Sites que recebem dinheiro público e jornalistas que se julgam renomados amanheceram fazendo críticas a filha de Iris Rezende, como se ela tivesse traído a memória do pai e não tivesse direito de construir a própria história. Isto é criminoso!
• Não houve pergunta, logo não há resposta
É preciso deixar claro: Ana Paula não perguntou se podia deixar o MDB nem consultou Ronaldo Caiado ou Daniel Vilela. Portanto, não existe “resposta” a ser dada.
Antes de qualquer resposta, existe uma pergunta — e essa pergunta nunca foi feita. Por isso esses sites erram ao escreverem resposta de Caiado ou Daniel. O correto seria: choradeira de Daniel e Caiado.
• Golpe baixo
Caiado já demonstrou que não separa disputa política de ataque pessoal. Quando passa a falar de marido de Ana Paula, da empresa e de vida privada, dá o recado da perseguição e isso ele sabe fazer.
• Legado não tem dono
Também causa estranheza a imprensa dizer que Ana Paula “traiu” o legado de Iris Rezende. O legado é de Iris, ora.
Repito: a trajetória de Ana Paula deve ser construída por ela mesma na política. Cada um constrói seu próprio caminho, colhendo os próprios frutos: de sucesso ou fracasso.
Ninguém é obrigado a ficar eternamente em um partido aguentando humilhações por causa disso ou daquilo. Mas… como sabemos, o dinheiro público sustenta as narrativas e o festival de ataques.

















