• A Operação
Uma investigação conjunta da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União revelou um esquema grave dentro da saúde pública em Goiás. Servidores responsáveis por fiscalizar contratos recebiam propina para ignorar irregularidades.
• Mandados e operação em vários estados
Ao todo, foram cumpridos 50 mandados judiciais, sendo quatro de prisão preventiva e 46 de busca e apreensão. As ações fazem parte das operações Rio Vermelho e Makot Mitzrayim, realizadas em Goiânia, Brasília, São José do Rio Preto, além de cidades no Tocantins e Maranhão. Entre os principais alvos está um médico investigado, que teve mandado cumprido em sua residência no Jardim Goiás, área nobre da capital.
• Fraudes em contratos de saúde
Segundo as investigações, a estrutura de uma organização social era usada para gerar lucros indevidos. O esquema envolvia simulação de concorrência e direcionamento de editais, permitindo que empresas ligadas ao grupo fossem contratadas com valores acima do mercado.
Um dos braços da investigação, a Operação Rio Vermelho, apura o uso de recursos destinados ao combate à Covid-19. A suspeita é de superfaturamento de serviços em unidades de campanha.

















